{"letra":"A chuva que golpeia a pedra‚
\r\nQue golpeia o cora\u00e7\u00e3o de chuva
\r\nMe faz imaginar que todo her\u00f3i se diverte s\u00f3.
\r\nE tamb\u00e9m me faz lembrar que os pregui\u00e7osos odeiam o mist\u00e9rio
\r\nPossu\u00edmos o que desejamos mas nem sempre somos
\r\nO que imaginamos ser
\r\n
\r\nC\u00e9u azul‚ bamb\u00fas‚ despenhadeiros e a cada despedida
\r\n\u00c9 como um corpo estranhodentro da ferida
\r\nA estratosfera te espera e s\u00f3 te juro que n\u00e3o vou chorar
\r\n
\r\nA poesia \u00e9 como um sonho que se organiza
\r\nE rezar \u00e9 como a morte
\r\nT\u00e3o sobrenatural como uma nuvem perdida
\r\nNo sil\u00eancio da manh\u00e3
\r\nCair pro alto‚ se arriscar‚ mesmo com o cora\u00e7\u00e3o
\r\nMais triste que o fim dos dias
\r\n\u00c1tomo por \u00e1tomo a queda n\u00e3o enobrece
\r\nA quem jamais saiu do ch\u00e3o
\r\n
\r\n
\r\nEm que estrela‚ meu amor‚ o teu sorriso andar\u00e1
\r\nPara encontrar a reden\u00e7\u00e3o do meu povo?
\r\nEntre abismos de abismos das batalhas que lutamos ombro a ombro
\r\nVamos celebrar‚ com uma colher de sol!
\r\n
\r\nTodos os sentidos s\u00e3o do Universo que o mist\u00e9rio
\r\nDe um beijo b\u00eabado escreveu no c\u00e9u com um rel\u00e2mpago o seu nome
\r\nPenso‚ logo‚ exilo e um deserto se dilata no perfume
\r\nDa tua falta
\r\n
\r\nDesespero‚ sangue‚ bestial‚ tormenta‚ esplendor‚ o tempo \u00e9 nunca
\r\nE ser\u00e1 que a energia escura esconde o tal do para\u00edso
\r\nO renegado assume as asas que aspirou e grita:
\r\nAleluia‚ Aleluia! Yeah yeah!!!
\r\n","autor":"Lob\u00e3o","cifra":0}